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Alfabetizadores que buscam boa leitura:

Ceale- UFMG

Jornal Letra A

http://www.ceale.fae.ufmg.br/pages/view/jornal-letra-a-1.html

Revista Língua Escrita

http://www.ceale.fae.ufmg.br/pages/view/revista-lingua-escrita.html

Coleção Alfabetização e Letramento

http://www.ceale.fae.ufmg.br/pages/view/colecao-alfabetizacao-e-letramento.html

Glossário da Alfabetização

http://ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/glossarioceale/

 

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Darcy Ribeiro

DARCY RIBEIRO

O Povo Brasileiro 

http://www.youtube.com/watch?v=2gqz4BHYcck

http://www.youtube.com/watch?v=qaqL7ZgrBo0

http://www.youtube.com/watch?v=llgw7FbAS0U

http://www.youtube.com/watch?v=py72qXhoe1E

http://www.youtube.com/watch?v=eKYr9QC9P-k

http://www.youtube.com/watch?v=ajsP-XDk6w8

http://www.youtube.com/watch?v=w_54TDblELI

Darcy_Ribeiro_-_O_povo_Brasileiro-_a_formação_e_o_sentido_do_Brasil

Por que o brasil ainda não deu certo? Darcy Ribeiro, ao chegar no exílio, no Uruguai, em abril de 1964, queria é responder a essa pergunta na forma de um livro‐painel sobre a formação do povo brasileiro e sobre as configurações que ele foi tomando ao longo dos séculos. Viu logo, porém que essa era uma tarefa impossível, pois só havia o testemunho dos conquistadores. E sobretudo porque nos faltava uma teoria crítica que tornasse explicável o mundo ibérico de que saímos, mesclados com índios e negros.

Antroplólogo, ensaísta, romancista e político, Darcy Ribeiro nasceu em Montes Claros, MG, em 1922. É autor de, entre outros, O processo civilizatório (1968), Os índios e a civilização (1970), Maíra (1976), O mulo (1981), Utopia selvagem ( 1982) e Migo (1988).

MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA (1932)
E DOS EDUCADORES (1959)

Manifesto dos pioneiros

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PAULO FREIRE

MOACIR GADOTTI

A ESCOLA E O PROFESSOR. Paulo Freire e a Paixão de Ensinar

paulo freire

A escola como um lugar especial
A escola é o lugar preferencial do professor. Com base na minha leitura de Paulo Freire, gostaria de falar da escola como um lugar especial, um lugar de esperança e de luta.
Já falamos muito mal da escola. Costumamos reclamar dos nossos professores como se eles fossem os responsáveis por todos os males da humanidade. Mas é na escola que passamos os melhores anos de nossas vidas, quando crianças e jovens. A escola é um lugar bonito, um lugar cheio de vida, seja ela uma escola com todas as condições de trabalho, seja ela uma escola onde falta tudo. Mesmo faltando tudo, nela existe o essencial: gente. Professores e alunos, funcionários, diretores. Todos tentando fazer o que lhes parece melhor. Nem sempre eles têm êxito, mas estão sempre tentando. Por isso, precisamos falar mais e melhor de nossas escolas, de nossa educação.
A escola é um espaço de relações. Neste sentido, cada escola é única, fruto de sua história particular, de seu projeto e de seus agentes. Como lugar de pessoas e de relações, é também um lugar de representações sociais. Como instituição social ela tem contribuído tanto para a manutenção quanto para a transformação social. Numa visão transformadora ela tem um papel essencialmente crítico e criativo. (MOACIR GADOTTI)

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PABLO NERUDA

20 POEMAS DE AMOR

20poemasdeamor

Pablo Neruda – Vinte poemas de amor e Uma canção desesperada e Outros poemas

2 pablo neruda

Pablo Neruda foi um poeta chileno, bem como um dos mais importantes poetas da língua castelhana do século XX e cônsul do Chile na Espanha e no México. Wikipédia
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CARLOS  DRUMMOND  DE  ANDRADE
DRUMMOND
Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade natal, em Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por “insubordinação mental”. De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Excelente funcionário, passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
Tenho apenas duas mãos
e o sentimento do mundo,
mas estou cheio de escravos,
minhas lembranças escorrem
e o corpo transige
na confluência do amor.
(CDA)
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FLORBELA  ESPANCA
Florbela Espanca (1894-1930) foi uma poetisa portuguesa, autora de sonetos e contos importantes na literatura de Portugal. Sua poesia é conhecida por um estilo peculiar, com forte teor emocional.

florbelaespanca

Sua primeira obra foi publicada quando ainda estudava na faculdade, “Livro de Mágoas” (1919). Fez contatos com poetas em Lisboa e chegou a colaborar no jornal Portugal Feminino e atuar como jornalista na publicação Modas & Bordados e a Voz Pública, um jornal de Évora. Publicou um livro de sonetos, o “Livro de Sóror Saudade“ (1923). Os outros livros foram publicados quando a poetisa já tinha morrido: ”Charneca em Flor “(1931), “Juvenília” (1931) e “Reliquiae” (1934). Também escreveu contos, com destaque para “O Dominó Preto” (1983), epístolas como “Cartas de Florbela Espanca” (1949) e diversas traduções. Mas era acima de tudo uma poetisa, mestra na escrita de sonetos.

A poesia de Florbela Espanca é caracterizada por um forte teor confessional. A poetisa não se sentia atraída por causas sociais, preferindo exprimir em seus poemas, os acontecimentos que diziam respeito à sua condição sentimental. Não fez parte de nenhum movimento literário, embora seu estilo lembrasse muito os poetas do romantismo.

Fonte: http://www.e-biografias.net/florbela_espanca/

Ser poeta

Florbela Espanca

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim…
é condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente…
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!

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