Enchente

 

navegarepreciso

O rio cresceu

cobriu a ponte

engoliu a pinguela

trepou na árvore

fechou o caminho.

O rio veio de mansinho

abriu os braços

correu apressado com medo da chuva

Lavou o bananal

Deitou água no arrozal

Parece o mar.

Pego o jornal

faço meu barco

e começo a remar

Sou capitão

Sou marinheiro

Sou pirata aventureiro

a piratear

O rio é meu

E brinca contente

Na chuva de verão

Com água de enchente!

(Aparecida Dias)

 

 

 

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