Na praça

banco

Um passo

Um braço

Um jardim

 

Uma manhã de sol…

Num céu azul de cetim.

 

Entre pardais assanhados

e andar apressados

Os ponteiros do relógio da matriz

Observam a praça

Sem pressa

E marcam o tempo, cansados.

 

O velho banco…

O passa tempo do jornal

Um sorriso amigo

E uma gostosa conversa matinal

 

Dois olhares a perderem-se no horizonte

Refletido no próprio olhar

 

Revivem promessas de um amor

Que o tempo soube cultivar.

Aparecida Dias

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