GAIA

Todos os dias são frágeis

Começam com pequenos raios de sol

Com o canto dos pássaros  e dos galos no terreiro.

Lentamente o cheiro do café cobre as manhãs.

Lentamente se levanta a humanidade

Enquanto o sol se levanta,  o escultor da natureza  observa pacientemente

Pessoas que rompem o seio de Gaia

Sangram suas entranhas

Apossam-se de suas riquezas

E quebram a harmonia.

Pessoas que se quebram….

Transformam-se  a transformar o mundo

O céu se abre  para chorarem as nuvens

E molha  e aquece a terra e abraça a vida

Em tom de  condolências

Lentamente o dia fecha os olhos

E cobre o tempo com o manto da noite

Dá um tempo a todas as criaturas

Para parar, refletir e refazer.

Refazer-se!

E um novo dia se levanta

Frágil…

A escorrer pelas horas num fio de tempo

Nas mãos da humanidade.

Acordemos todos

Enquanto é tempo!

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